domingo, 14 de agosto de 2011

O Grão de Mostarda - Párabolas de Jesus


Mateus 13.31,32


Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou, e semeou no seu campo; qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, depois de ter crescido, é a maior das hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.
Primeiramente, a Parábola do Grão de Mostarda, apresenta-se muito reduzida no tamanho, contudo podemos retirar ensinamentos de grande relevância.

Nesta parábola, o Reino do Céu é comparado aos fenômenos do crescimento e da expansão. O grão de mostarda, tomado como símbolo na parábola, é, de fato, uma semente minúscula; mas, uma vez lançada à terra, passa um dia, passam dois, três dias e parece que nada acontece.
No entanto, se abrirmos a terra iremos encontrar a semente apodrecida, e pensamos “terminou”, mas para que nasça nova vida é preciso que a semente seja enterrada e que apodreça e então, de onde parece que não há mais esperança, rebenta uma nova planta com nova vida, para produzir muitos frutos. Esta nova planta desenvolve-se mais e mais, até que produz a planta de onde proveio, tornando-se a maior de todas as árvores, em cujos ramos se vêm abrigar aves do céu fazendo aí os seus ninhos.
Ou seja, o Reino de Deus é comparado com o que acontece com uma semente plantada. É algo que teve um início tão pequeno, tão humilde, mas será mais tarde glorificado.

Por vezes, a indiferença religiosa ou até mesmo outras razões, fazem com que a implantação do Reino do Céu na alma humana seja demorada, tal como a germinação da semente. 

Mas, a constância do aumento dos nossos horizontes do conhecimento, através do estudo e da pesquisa, implicam que adquiramos uma fé viva e inabalável. Assim, tornamo-nos como uma árvore que abriga nos seus ramos as aves do céu que a procuram para repousar, ou seja, tornamo-nos apoio para todos os Homens que procuram refúgio perto de nós.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O Joio - Párabolas de Jesus


Mateus 13: 24-30


No Oriente, os homens vingavam-as muitas vezes do inimigo, espalhando em seu campo sementes de erva - daninha, muito semelhantes ao trigo.

Crescendo junto com o trigo, a erva prejudicava a colheita e causava prejuízos ao proprietário do campo.

Assim Satanás induzindo com a sua inimizade a Cristo, espalha a má semente no meio do trigo. Induzindo na Igreja aqueles que falam em Deus, conquanto lhe neguem o caráter, faz o Maligno que Deus seja desonrado e a obra da salvação posta em risco.

É muito constrangedor ver misturados na igreja os cristãos falsos e verdadeiros. Os cristãos sinceros estão dispostos a arrancar o joio. Mas Cristo lhe diz: “Não, para que ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. Deixai crescer ambos juntos até à ceifa.

Se tentássemos retirar da igreja os que supomos serem falsos cristãos, certamente cometeríamos erro. Muitas vezes consideramos casos perdidos justamente aqueles que Cristo está atraindo a Si. Se devêssemos com essas pessoas segundo o nosso parecer imperfeito, extuinguir-se-ia talvez a sua última esperança.

Muitos que se julgam cristãos serão finalmente achados em falta. Haverá muitos no céu, os quais os seus vizinhos suponham que lá não entrariam. O homem julga segundo a aparência, mas Deus vê o coração. O joio e o trigo devem crescer junto até a ceifa; e a colheita é o fim do tempo da graça.

Como o joio tem a raízes entrelaçadas como a do bom trigo, assim falsos irmãos podem entrar na igreja, intimamente ligados com os discípulos verdadeiros. O verdadeiro caráter desses pretensos “cristãos” não é plenamente manifesto. Casos fossem desligados da igreja, outros poderiam ser induzidos a tropeçar, os quais, se não fosse isto, permaneceriam firmes.

Jesus não veio a este mundo somente para trazer pessoas para uma determinada igreja. Jesus veio a este mundo para transformar o coração do ser humano.

Por isso não tente julgar o outro, por maior mal que tenha feito. Deixe que ele acerte as contas com Deus.


Um dia Jesus vai voltar e lhe perguntar: “Filho porque você fugiu de mim?” Se você disser: “Senhor Jesus na Tua igreja havia muitos hipócritas”. Essa desculpa não será aceita. Ele lhe dirá: “Filho, trigo e joio, tinham crescer juntos! Você nunca lei isso na minha Palavra?”.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O Semeador - Párabolas de Jesus


Mateus 13.3-8
Na ilustração de Jesus:

• O Semeador é uma figura daquele que Anuncia o Evangelho.
• A Semente é a Mensagem do Evangelho
• E os Solos referem-se aos Corações humanos.
Qual o tipo de terra do seu coração?
Seu coração seria de...

1. Terra dura - onde todos passam, tudo passa e nada permanece? Mateus 13.19
É a terra da beira do caminho. Jesus disse que Satanás rouba esta palavra dos corações duros, não deixando que ela brote e frutifique. Talvez você já tenha ouvido a Mensagem de Jesus muitas vezes, mas tem deixado que o Inimigo roube a Palavra do seu coração.

2.Terra pedregosa - sem profundidade, onde o seu relacionamento com Deus não durará até os primeiros momentos de dificuldade em sua vida?. É o caso das pessoas que ouvem a mensagem de salvação em Jesus, mas não agüentam os problemas que enfrentam e desistem de seguir a Jesus. Jesus disse que no mundo nós teríamos, sim, problemas, mas que deveríamos ter ânimo, pois o Senhor venceu o mundo. Os que possuem um coração com este tipo de “terra” desistem dos caminhos do Senhor muito rápido.

3. Terra cercada de espinhos, abafada e infrutífera. Jesus disse que estes espinhos são as “preocupações da vida”, coisas mundanas que fazem com que a planta esteja viva, sim, mas sem dar fruto. Quantas pessoas estão há muito tempo na igreja e não dão fruto qualquer. São os corações em que a terra é cheia de espinhos.

4. Terra boa, adubada e fértil (Mateus 13.23). São aquelas pessoas em que a Palavra de Deus encontra guarida em seus corações. Elas se tornam frutíferas servindo ao Senhor, servindo ao próximo e proclamando aquilo que o Senhor Jesus fez em suas vidas.

Decida qual será o tipo de terra do seu coração. Jesus quer fazer da sua vida algo útil. Ela quer transformar o seu ser por inteiro. Tire as pedras, os espinhos, afofe a terra do seu coração. Decida hoje que a Palavra de Deus será frutífera em sua vida.



sexta-feira, 29 de julho de 2011

SÉRIE: AS PARÁBOLAS DE JESUS


        Parábola é uma figura de linguagem em que uma verdade moral ou espiritual é ilustrada por uma analogia derivada de experiências cotidianas. Considerada também uma narrativa, imaginada ou verdadeira, que se apresenta com o fim de ensinar uma verdade. Difere do provérbio neste ponto: não é a sua apresentação tão concentrada como a daquele, contém mais particularidades, exigindo menor esforço mental para se compreender. A parábola nos faz ver as pessoas na sua maneira de proceder e de viver. E também difere da fábula, que se limita ao que é humano e possível.
 
        O emprego contínuo que Jesus fez das parábolas está em perfeita concordância com o método de ensino ministrado ao povo no templo e na sinagoga. Os escribas e os doutores da Lei faziam grande uso das parábolas e da linguagem figurada, para ilustração das suas reuniões. A parábola tantas vezes aproveitada por Jesus, no Seu ministério (Mc 4.34), servia para esclarecer os Seus ensinamentos, referindo-se á vida comum e aos interesses humanos, para patentear a natureza do Seu reino, e para experimen­tar a disposição dos Seus ouvintes (Mt 21.45; Lc 20.19). As parábolas do Salvador diferem muito umas das outras. Algumas são breves e mais difíceis de compreender. Algumas ensinam uma simples lição moral, outras uma profunda verdade espiritual.
Estas são as parábolas proferidas por Jesus:
01 - O Semeador
Mateus 13.3-8
02 - O Joio
Mateus 13.24-30

03 - O Grão de Mostarda

Mateus 13.31,32

04 - O Fermento
Mateus 13.33

05 - O Tesouro Escondido
Mateus 13.44

06 - A Pérola
Mateus 13.45,46

07 - A Rede
Mateus 13.47-50

08 - A Ovelha Perdida
Mateus 18.12-14

09 - O Credor Incompassivo
Mateus 18.23-35

10 - Os Trabalhadores da Vinha
Mateus 20.1-16

11 - Os Dois Filhos
Mateus 21.28-32

12 - Os Lavradores Maus
Mateus 21.33-46

13 - As Bodas
Mateus 22.1-14

14 - As Dez Virgens
Mateus 25.1-13

15 - Os Talentos
Mateus 25.14-30

16 - A Semente
Marcos 4.26-29

17 - Os Dois Devedores
Lucas 7.41-43

18 - O Bom Samaritano
Lucas 10.25-37

19 - O Amigo Importuno
Lucas 11.5-8

20 - O Rico Louco
Lucas 12.16-21

21 - A Figueira Estéril
Lucas 13.6-9

22 - A Grande Ceia
Lucas 14.16-24

23 - A Drácma Perdida
Lucas 15.8-10

24 - O Filho Pródigo
Lucas 15.11-32

25 - O Administrador Infiel
Lucas 16.1-9

26 - O Rico e Lázaro
Lucas 16.19-31

27 - Os Servos Inúteis
Lucas 17.7-10

28 - O Juiz Iníquo
Lucas 18.1-8

29 - O Fariseu e o Publicano
Lucas 18.9-14

30 - As Dez Minas
Lucas 19. 12-27
  

terça-feira, 19 de julho de 2011

Mateus 22:1-14 - A parábola das bodas



A parábola das bodas mostrou a atitude dos religiosos da época de Jesus. Foram convidados à festa, mas desprezaram o rei e não foram. Alguns até maltrataram os servos do rei.

O rei mandou convidar pessoas mais humildes, representando os publicanos e pecadores. Estas pessoas aceitaram o convite.

Mesmo assim, o rei encontrou uma pessoa na festa usando trajes inadequadas. Quando o homem não tinha como se defender, o rei mandou que ele fosse castigado.

Esta parábola oferece várias lições importantes. Duas merecem destaque especial:

1) Aos religiosos, Jesus ensinou que aquele que despreza o convite do rei será deixado fora do reino dele

2) Aos mais humildes, Jesus mostrou a importância de entrar e ficar no reino nos termos que agradam ao rei.